Dinamização

Técnica de Venturelli e Montagnier

Dinamização Eletromagnética da Homeopatia Quântica

É uma técnica homeopática desenvolvida por Paulo Eduardo de Paiva e Venturelli com base nos experimentos de Luc Montagnier, que pode ser chamada de técnica de Venturelli e Montagnier. Esta técnica homeopática consiste na irradiação eletromagnética em frequências entre 7Hz e 300Hz, aplicadas aos frascos com os medicamentos homeopáticos, diluídos até a sexta dinamização decimal, o que corresponde à terceira dinamização centesimal.

As frequências escolhidas para irradiar aos frascos, as quais estarão entre 7Hz e 300Hz, ou mais amplamente, entre 0,5 Hz e 1.000 Hz, serão especificadas em conformidade à ressonância de fase das potências homeopáticas e consoante aos critérios clínicos, miasmáticos, patológicos e de evolução clínica.

1) Equações:

As fórmulas da mecânica quântica homeopática, ou fórmulas da homeopatia quântica, tratam da versão homeopática da equação de Schrödinger, ou equação da função de onda homeopática, onde Ψ retrata a amplitude de probabilidade e tem natureza vetorial; mas tratam também do cálculo quântico da função de onda homeopática, ou cálculo da função de onda da homeopatia quântica, onde Ψ² tem a natureza de função propriamente dita e descreve a densidade de probabilidade da partícula ser encontrada em determinado ponto ou lugar no espaço.

1.1) Versão homeopática da equação de Schrödinger:

A equação de Schrödinger independente do tempo é aplicável a sistemas minerais e biológicos, sendo importante na homeopatia e na medicina integrativa, definindo a equação de onda da homeopatia ou equação homeopática da função de onda. A função de onda da homeopatia é a sobreposição de estados do princípio ativo, que está simultaneamente diluído ou disperso e concentrado ou precipitado. Então, no colapso da função de onda, o princípio ativo se define em partícula referida ao organismo tratado.

H Ψ = E Ψ

Onde: H = operador clínico ou homeopático da solução; Ψ = função de onda da solução e vetor de estado do soluto; E = observável clínico do soluto.

Soluções homeopáticas são sistemas quânticos, em que o soluto se comporta no solvente assim como os elétrons se comportam na eletrosfera, podendo apresentar caráter ondulatório ou corpuscular, conforme o princípio da complementaridade de Niels Bohr, em que os aspectos de onda e de partícula, embora sejam mutuamente excludentes, não apresentam natureza contraditória, mas sim complementar.

Em que pese a conotação de onda do solvente líquido, no caso, hidroalcoólico, desde que a solução esteja referida ao meio ambiente geográfico ou quando do fluxo de dinamização homeopática, apesar dessa conotação de oscilação dos líquidos, é importante ressaltar a natureza probabilística da função de onda quântica, inclusive na homeopatia, o que significa que o aspecto oscilatório não trata exclusivamente das vibrações hídricas e alcoólicas, mas sobretudo, da amplitude da onda de probabilidade referente à localização das partículas do soluto.

1.2) Cálculo da função de onda homeopática:

A integral de Ψ² com os limites de integração entre menos infinito (- ∞) e mais infinito (+ ∞) mostra que qualquer partícula de soluto na solução homeopática pode ser referida a qualquer ponto do universo, de modo que sejam válidas as ultradiluições.

∫ Ψ² dx = 1

Onde: ∫ = integral cujos limites de integração são menos infinito (- ∞) e mais infinito (∞); Ψ² = quadrado de psi, que tem analogia com f(x) = y, e retrata a densidade de probabilidade do soluto ser encontrado em algum ponto ou lugar no espaço; dx = diferencial de x, que significa em relação a “x” ou em respeito a “x”; 1 = 100%.

A restrição dos limites de integração pode tratar da noção de orbital, que é a região no espaço onde seja maior a probabilidade de se encontrar o elétron, sendo interessante a notação diferencial de área, “dA”, conforme a seguir…

dA = Ψ² dx < 1 ⇒ A = ∫ Ψ² dx = 1 ⇒ A = ∫ dA

Ou seja, “A” é a área e “dA” é a diferencial de área que indica a probabilidade de se encontrar a partícula quântica em uma região restrita do espaço, que pode ser chamada de orbital, de modo que a soma de todas as probabilidades, “A”, ou integral, seja 100% ou 1.

1.3) Colapso da função de onda homeopática:

Nesta hipótese de Venturelli, a equação da função de onda se aplica à homeopatia de tal forma que no entrelaçamento quântico, o qual ocorre entre o soluto e o solvente, a solução seja o estado ondulatório e o princípio ativo seja o estado corpuscular, este que se manifesta no paciente após o colapso da função de onda.

As aplicações clínicas ou homeopáticas são objetivas, pois dependem da formação teórica, prática e ética dos profissionais, e jamais da intencionalidade subjetiva da prescrição ou da vontade aplicada a um tratamento específico, isso tal qual ocorre nas demais especialidades médicas. Ou em outras palavras, o resultado do tratamento homeopático é apenas e tão somente um efeito medicamentoso normal e nunca paranormal ou de placebo. 

O que determina o colapso da função de onda, resultando na melhora clínica do quadro patológico ou na recuperação da saúde, quer dizer, resultando no observável clínico, não é a intenção do médico ou do paciente, mas o fenômeno impessoal da energia, neste caso, da energia vital, independentemente dos aspectos temperamentais ou quaisquer outras condições racionais, emocionais ou morais. Por isso mesmo, o observável clínico do operador homeopático depende da correta prescrição medicamentosa e da adequada farmacotécnica.

1.4) Função de onda em soluções da homeopatia:

Misturas químicas são dispersões e estas podem ser soluções, coloides e suspensões. O dispersante ou dispergente é a substância que está em maior quantidade e promove a dispersão, ao passo que o disperso é a substância espalhada que se encontra em menor quantidade. As misturas homogêneas apresentam apenas uma fase, enquanto que as misturas heterogêneas possuem mais de uma fase. Nas soluções, o disperso tem dimensões de até um nanômetro; nos coloides, o disperso tem dimensões entre um nanômetro e mil nanômetros ou um micrômetro; nas suspensões, o disperso tem dimensões maiores do que mil nanômetros ou um micrômetro.

Soluções são misturas homogêneas caracterizadas por dispersões monofásicas de um soluto o qual é disperso em um solvente, este que vem a ser o dispersante ou dispergente. A dualidade entre onda e partícula é a manifestação complementar de um sistema disperso (ondulatório) em relação a um sistema não disperso (corpuscular) estando tudo isso em conformidade ao princípio da complementaridade, do físico dinamarquês Niels Bohr, aplicado à homeopatia.

Ou seja, a onda tem analogia à dispersão, enquanto que a partícula tem analogia ao soluto não disperso, i.é, ao corpúsculo.

O sistema de emaranhamento quântico da água se estabelece por uma forma de “memória” estável e inerente às moléculas aquáticas. Essa memória da água se traduz por uma ressonância originária entre 3 Hz e 30 Hz, aproximadamente, com batimentos entre 0,01 Hz e 1.000 Hz, sendo que a Ressonância Schumann, as ondas cerebrais no eletroencefalograma (EEG) e a atividade elétrica do coração no eletrocardiograma (ECG) são algumas das oscilações de frequência eletromagnética nessa faixa.

As agitações das soluções homeopáticas, chamadas de sucussões, as quais são procedidas durante as diluições, definindo as dinamizações, apresentam uma frequência vibratória congênere às oscilações eletromagnéticas dos fenômenos ondulatórios descritos acima.

A ressonância Schumann se refere às manifestações telúricas, assim como a ressonância homeopática se refere aos fenômenos clínicos, por isso as respectivas dimensões determinam as especificidades de cada ambiente, ou seja, as grandezas homeopáticas são orgânicas enquanto que as grandezas telúricas são geográficas. A rotação (giro ou spin) de elétrons é ressonante a essas ondas eletromagnéticas de frequências extremamente baixas (ELF ou FEB) porque o momento de inércia dessas partículas subatômicas é muito menor do que o momento inercial de prótons e nêutrons, sendo menor ainda na comparação com as moléculas aquáticas ou orgânicas.

2) Sobreposição de estados:

Pela hipótese de Venturelli, a equação de Schrödinger (ou equação da função de onda) ou ainda, equação de onda da homeopatia, então, é a manifestação matemática da energia vital na ciência homeopática da medicina natural. Na função de onda homeopática, o caráter ondulatório e o caráter corpuscular são considerados estados quânticos complementares e a sobreposição quântica dos mesmos é admissível em soluções dinamizadas.

2.1) Entrelaçamento quântico:

O mecanismo de ação da homeopatia pode ser fundamentado pela mecânica quântica: Neste caso, ocorre um entrelaçamento quântico entre o soluto e o solvente na solução medicamentosa. Uma vez emaranhados na dispersão, o disperso e o dispersante formam um sistema singular, emaranhado e individualizado, com propriedades medicinais ou curativas as quais poderão ser administradas ao paciente a ser tratado.

O mesmo não acontece com rios, lagos, esgotos e etc., porque as dispersões homeopáticas apresentam volumes compatíveis com as dimensões teciduais dos organismos vivos. As ondas do mar não se manifestam em um frasco de solução medicamentosa, pois as grandezas homeopáticas são citológicas e histológicas, mas não geográficas.

Em outras palavras, as dispersões de esgotos, rios, lagos, mares e oceanos são dispersões de dimensões geográficas, enquanto que as soluções homeopáticas são dispersões de dimensões orgânicas.

Assim, pequenas modificações na configuração eletrônica e magnética das substâncias diluídas, induzidas pelo emaranhamento quântico, ou seja, determinadas por padrões de spin eletrônico atribuídos ao estado entrelaçado, podem desencadear amplos e profundos incrementos funcionais aos remédios, em conformidade ao efeito borboleta da teoria do caos, desde que se considere a complementaridade entre sistemas lineares e não lineares.

É de se notar que o fenômeno do entrelaçamento quântico possa ser definido como sendo a sobreposição de estados quânticos envolvendo mais de uma partícula.

2.2) Memória da água:

Na química, as funções de onda são quantizadas pelos números quânticos em três dimensões designadas por “n” (tamanho do orbital), “l” (formato do orbital) e “ml” (orientação do orbital). Neste sentido, Ψ tem um componente radial, R, dado pelo raio “r”, e um componente angular, Y, dado pelos ângulos θ (teta) e φ (phi), como a seguir…

Ψ (x, y, z) = Ψ (r, θ, φ) = R(r) . Y (θ, φ)

Onde: Ψ = função de onda, R ≅ “n”, Y ≅ “l”, θ e φ ≅ “ml”.

A quantização do momento angular leva à quantização do momento magnético, sendo que além desses três números quânticos apresentados acima, que são compatíveis com a mecânica ondulatória de Schrödinger, há ainda a mecânica ondulatória relativística, desenvolvida por Paul Dirac, que inclui o número quântico spin (s) do momento angular intrínseco e o número quântico magnético de spin (ms) do momento magnético intrínseco.

A memória aquática é cada registro da energia de um estado quântico específico do soluto em relação ao solvente. O que caracteriza o estado quântico de memória da água é a posição da partícula representada pelo número quântico principal, o momento angular orbital representado pelo número quântico secundário, o vetor do momento angular orbital representado pelo número quântico magnético e o momento angular de giro ou rotação e seu vetor representado pelo número quântico magnético do spin.

Quer dizer, a memória da água em face de um princípio ativo se define pela posição e pelo momento angular de suas partículas, o que fornece informações sobre a energia potencial e cinética, de cada uma das partículas do soluto e do solvente na solução emaranhada.

Do mesmo modo que na mecânica quântica há a dualidade entre partícula e onda, e os estados quânticos podem estar em sobreposição, na homeopatia o princípio ativo pode ser encontrado como soluto particular ou ondulatório na solução homeopática.

3) Números quânticos:

Os números quânticos estão relacionados à ideia de função de onda ou orbital do lépton atômico, quer dizer, a região no espaço onde seja maior a probabilidade do elétron ser encontrado. Ou dizendo de outro modo, a função de onda descreve a amplitude de probabilidade da partícula ser localizada. Já o quadrado da função de onda significa a densidade de probabilidade dessa localização.

3.1) Número quântico principal (n): É a posição do elétron.

É admitido que o número quântico principal, n, ao identificar a posição da partícula seja também o tamanho do orbital. Trata dos níveis quânticos.

3.2) Número quântico secundário ou azimutal (l): É o momento angular do elétron.

O número quântico secundário, l, indica o momento angular orbital da partícula, por isso, define também o formato do orbital. Trata dos subníveis quânticos.

3.3) Número quântico magnético (ml): É o vetor do momento angular do elétron.

Este número quântico, ml, chamado de magnético, indica a orientação espacial do orbital referente ao elétron no átomo. Mais especificamente, é o vetor do momento angular orbital do corpúsculo, ao qual se associa um vetor de momento magnético do orbital.

3.4) Número quântico spin (s): É o momento angular intrínseco do elétron.

Este número quântico, chamado spin e simbolizado pela letra “s”, indica uma propriedade intrínseca da partícula quântica definida pelo momento angular intrínseco, embora não seja admitida uma rotação clássica ao elétron.

3.5) Número quântico magnético de spin (ms): É o magnetismo inerente ao elétron.

Este número quântico define o momento magnético intrínseco da partícula. Em que pese o spin de uma partícula ser definido como uma propriedade intrínseca sem significado idêntico ao da rotação, em termos práticos pode ser considerado o vetor do momento angular de rotação do corpúsculo, ao qual está associado o vetor do momento magnético, sendo que, no caso deste número quântico de magnetismo intrínseco o valor pode ser paralelo ou antiparalelo, e ainda, a sobreposição de ambos.

4) Energia vital:

A energia vital promove o colapso em funções de onda na mecânica quântica e na homeopatia, conforme a equação de Schrödinger e de acordo com o princípio da complementaridade de Bohr.

A energia vital é uma energia de baixa entropia, que é resultante do fenômeno biológico da ressonância entre os léptons e as ondas eletromagnéticas de frequências extremamente baixas (ELF ou FEB) que ocorrem na Ressonância Schumann e nas células dos organismos, em especial, nas células excitáveis, particularmente nos neurônios e nos miócitos, mas também em outras células, devido ao movimento de íons através da membrana plasmática.

No entanto, ademais das ondas em frequências extremamente baixas (ELF ou FEB) do espectro eletromagnético, a energia vital pode se manifestar em uma faixa mais ampla do espectro eletromagnético, mas sobretudo em frequências inferiores às ondas de rádio, estas que apresentam frequência oscilatória acima de 3 KHz.

As frequências eletromagnéticas associadas à rotação dos léptons são extremamente baixas porque o momento inercial dessas subpartículas é extremamente pequeno. Assim, a energia vital pode ser definida em aquarius, aq, de modo que cada unidade de Hertz corresponda a uma unidade de energia vital, em aquarius, por alusão à água.

Seja a equação…

E = h f

… A constante de Planck terá o valor da energia vital na unidade de um aquarius multiplicado pela unidade de tempo em segundo:

h = 1 aq s

Onde: E = Energia vital quantizada; h = constante de Planck = 1 aq s; f = frequência de onda eletromagnética cerebral.

Ou ainda:

ΔE = h f

Onde: ΔE = variação da energia quantizada; h = constante de Planck = 1 aq s; f = frequência de onda eletromagnética quantizada.

4.1) Quantização da energia vital:

A energia vital varia entre 0,01 aq e 1.000 aq, o que se situa na faixa das ondas eletromagnéticas abaixo das ondas de rádio, sendo que o menor valor dessa quantização energética é um centésimo da unidade de aferição, a qual se chama aquarius, pela importância da água em todos os processos e fenômenos biológicos.

4.2) Princípios da ressonância vital:

Frequência natural (ou frequência de ressonância) de um corpo ou sistema é a frequência inerente de oscilação do mesmo. Porém, pode haver não apenas uma única frequência natural e sim um conjunto de frequências de ressonância, quer dizer, mais de uma frequência natural de vibração própria. Quando um corpo ou sistema apresenta mais de uma frequência natural, tais vibrações são harmônicas entre si, ou seja, estão em valores que são múltiplos ou submúltiplos da oscilação fundamental. Portanto, quando se aplica a um corpo ou sistema, uma frequência que tenha valor igual ou harmônico a uma de suas frequências naturais, ambos os sistemas entram em amplitude de ressonância.

Os fundamentos da ressonância vital tratam da participação aquática nas soluções homeopáticas, em que a vibração das partículas de soluto e de solvente entram em sintonia com as oscilações neurais, musculoesqueléticas e viscerais, aumentando a amplitude da energia vital, sem necessariamente, aumentar a entropia dos sistemas biológicos.

5) Homeopatia quântica:

Do mesmo modo que na mecânica quântica há a dualidade entre partícula e onda, e os estados quânticos podem estar em sobreposição, na homeopatia o princípio ativo pode ser encontrado como soluto particular ou ondulatório na solução.

Nesta hipótese de Venturelli, a equação da função de onda se aplica à solução homeopática, que entrelaça o soluto e o solvente no chamado emaranhamento quântico, de tal forma que a solução seja a função de onda do soluto ao passo que o observável do vetor de estado seja o princípio ativo no organismo tratado.

Neste postulado, o efeito do observador é mais amplamente considerado em um efeito da energia vital, que independe da vontade ou da consciência, sendo exercido de modo automático na presença de algum sinal vital, seja mental ou corporal, resultando no colapso da função de onda e manifestando a ação medicinal do princípio ativo.

6) Ressonância vital:

A irradiação de soluções homeopáticas com ondas de frequências extremamente baixas (ELF ou FEB) entre 3 Hz e 30 Hz, ou mais amplamente, entre 0,5 Hz e 1.000 Hz, promove uma ressonância entre as partículas da solução e o organismo tratado, mesmo que essas oscilações sejam aplicadas antes, durante ou depois da dinamização convencional.

A ressonância descrita acima aumenta a amplitude da energia vital.

7) Sistemas orgânicos:

Organismos vivos, neste caso, particularmente os organismos humanos, são sistemas constituídos de dois subsistemas, a saber, um sistema ou subsistema corporal, predominantemente químico, do acrônimo CHONPS, e um sistema ou subsistema ondulatório de natureza eletromagnética, o qual é predominantemente físico.

OBSERVAÇÃO 1:  CHONPS é o acrônimo dos principais elementos formadores da matéria viva, quais sejam, carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre.

Seja o que diz o Manual do Técnico em EEG:

“Existem dois tipos principais de células excitáveis no nosso corpo: neurônios e músculos. Essas células geram sinais elétricos de maneira espontânea o tempo todo, que podem ser captados pelo EEG, por eletromiografia (EMG) ou por eletrocardiografia (ECG)”.

A atividade elétrica das células dos organismos ocorre pelo deslocamento de átomos ionizados, chamados de eletrólitos, sendo que o movimento desses íons, sobretudo de sódio, potássio, cálcio, cloro e magnésio, gera ondas eletromagnéticas na faixa de 0,5 Hz e 500 Hz até 1 KHz, aproximadamente, que são frequências menores do que aquelas das ondas de rádio. As frequências das ondas de rádio estão entre 3.000 Hz ou 3 kHz e 300 GHz, o que significa que as frequências eletromagnéticas da energia vital estão abaixo das frequências das ondas de rádio, ou seja, são infrarradiais.

8) Sistema ondulatório do organismo humano:

Embora o componente ondulatório do organismo humano se manifeste pela cinética de íons, que são átomos ionizados e, portanto, muito maiores do que elétrons, mesmo assim, as oscilações eletromagnéticas são correspondentes aos fenômenos rotatórios de elétrons e quarks, as quais partículas são consideradas léptons nesta hipótese de Venturelli.

Nesta hipótese de Venturelli, os quarks são tidos como léptons porque a maior parte da massa nuclear é atribuída aos glúons, os quais exercem a força forte.

O sistema biológico ondulatório consiste primariamente de frequências que promovem um movimento giratório nos léptons (quarks e elétrons), mas secundariamente abrangendo a translação ou mesmo a posição dos léptons nos elementos constituintes da matéria viva, incluindo substâncias orgânicas e a água, tal qual na analogia ao aquecimento hídrico pelo forno de micro-ondas, em que as ondas são primariamente de micro-ondas na rotação e secundariamente de infravermelho na translação.

OBSERVAÇÃO 2: No título 41-7 ao falar do modelo padrão, o livro de física moderna de Tipler e Mosca cita as teorias da grande unificação e diz que “Em uma destas teorias, os léptons e os quarks são considerados como duas faces de uma única classe de partículas.”

9) Hipótese quarkquântica de Venturelli:

A hipótese antiquântica ou quarkquântica é especialmente inspirada no livro “O Que é Vida?” de Erwin Schrödinger e na interpretação de Copenhague, particularmente no princípio da complementaridade de Niels Bohr e no princípio exclusivo de Wolfgang Pauli, tendo sido relevante também, a ideia de divisibilidade nuclear dos átomos suscitada por Lise Meitner e Otto Frisch, bem como anteriormente a estatística de Ludwig Boltzmann sobre a entropia. No mais, vale ressaltar que se trata de um postulado da especialidade elaborada pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, e que foi trazida ao Brasil em 21 de novembro de 1840, com a chega no Rio de Janeiro do médico francês Benoit Jules Mure, atualmente sendo essa data a referência ao dia nacional da Homeopatia.

Os quarks reunidos no centro de um bárion nuclear, relativamente próximos entre si, possuem mais energia cinética do que quando se afastam para a periferia desse bárion, isso devido ao fenômeno da liberdade assintótica, deste modo, os níveis quânticos dos quarks são inversos. Quanto mais próximos entre si e do centro de um bárion nuclear, mais energia possuem os quarks.

Ao se aproximarem do centro do bárion os quarks ganham energia cinética e quando ganham energia cinética se aproximam do centro desse bárion nuclear. Ao se afastarem do centro do bárion nuclear os quarks perdem energia cinética e quando perdem energia cinética se afastam do centro desse bárion, essa é a liberdade assintótica, que caracteriza a inversão dos níveis quânticos em relação à eletrosfera.

As oscilações quânticas aumentam a entropia, mas as oscilações antiquânticas a reduzem. A energia antiquântica é uma propriedade da liberdade assintótica ordenada pela força forte.

Entropia negativa é uma decorrência da atividade da força forte exercida pelos glúons dos bárions nucleares, caracterizando a liberdade assintótica dos quarks. A interação entre dois quarks up, mas também entre dois quarks down e até entre um quark up e um quark down, é regida pela força forte e se comporta como liberdade assintótica, uma disposição antiquântica da energia nuclear dos átomos.

9.1) Força forte e entropia fraca:

Em sendo discreta a magnitude das oscilações dos quarks, a desordem dessas partículas é limitada e a ordem prevalece (utilizando a terminologia de Schrödinger sobre ordem e desordem na definição de entropia). Ou em outras palavras, a restrição da amplitude oscilatória dos quarks restringe também as configurações da estatística térmica ou espacial e temporal de seus microestados.

9.2) Equação da entropia estatística:

S = k . ln ω

Onde: S = entropia; k = constante de Boltzmann; ln = log natural = log na base 2,718 (número de Euler); ω = número de microestados.

A liberdade assintótica da força forte diminui o número de microestados na fórmula de Boltzmann porque restringe as oscilações dos quarks em termos quantitativos, mas não qualitativos, ou seja, os quarks têm oscilação em rotação, vibração, translação e transição, mas quantitativamente restritas.

Os estados quânticos dos quarks são menos quantitativos em relação aos estados quânticos dos elétrons, porque estes são consideravelmente mais livres do que aqueles. E isso também se aplica aos estados quânticos dos bárions nucleares, além disso, o spin de um próton é relativamente independente dos spins de seus quarks.

9.3) Quarks up reduzem mais a entropia:

A força forte é a interação entre partículas de mesma carga elétrica, ou de cargas elétricas de mesmo sinal, sendo que os quarks up têm cargas iguais nos prótons, por isso esses quarks ligados entre si, por glúons, são responsáveis por maior redução da entropia, pois embora os quarks down também tenham cargas iguais nos nêutrons, essas cargas dos quarks down possuem menor intensidade em termos modulares.

Ao interagir especialmente entre cargas elétricas iguais, a força forte é tanto maior quanto maiores forem as cargas elétricas iguais entre si.

Ou seja:

Qualquer quark up tem carga elétrica igual a + 2/3 enquanto que qualquer quark down tem carga elétrica igual a – 1/3 (menor em módulo do que a carga do quark up).

Carga do quark up = + 2/3.

Carga do quark down = – 1/3.

Por possuírem cargas maiores, dois quarks up unidos têm maior força forte e menor liberdade do que dois quarks down unidos, assim, os quarks up diminuem mais a entropia biológica em relação aos quarks down.

Em outras palavras:

Os quarks up são os principais redutores da entropia nos sistemas biológicos.

Isso explica a importância do hidrogênio nas reações biológicas, visto que os átomos do elemento hidrogênio possuem o maior número proporcional de quarks up, estando em excesso na maior parte de seus isótopos.

9.4) A força forte da água:

O conteúdo de hidrogênio da água explica sua importância na participação da ressonância hídrica de natureza homeopática e vital.

A natureza quantitativa e qualitativa dos quarks up, nos átomos de hidrogênio que compõem as moléculas de água a tornam a substância mais importante dos organismos vivos, particularmente daqueles com tecidos e órgãos complexos.

A ligação por glúons entre dois quarks up é mais forte do que a mesma ligação entre dois quarks down ou entre um quark up e um quark down, isso explica a diminuição da entropia pelos quarks up porque quanto mais forte a ligação, menor a variação de estados, e microestados, em termos quantitativos e não qualitativos. Assim, a ligação entre dois quarks down também é mais forte do que a ligação por glúons entre um quark up e um quark down, isso porque a força forte atua entre partículas com cargas elétricas de mesmo sinal.

10) Números quânticos e antiquânticos:

Os números quânticos estão relacionados à ideia de função de onda ou orbital do lépton atômico, quer dizer, a região no espaço onde seja maior a probabilidade do elétron ou do quark serem encontrados, sendo interessante perceber que os orbitais eletrônicos estão na eletrosfera enquanto que os orbitais quarktrônicos estão na quarksfera intrabariônica ou intranucleônica. Em relação aos números quânticos, os números antiquânticos têm sinais opostos.

Embora se admita que a rotação de um lépton em um átomo seja uma propriedade intrínseca associada ao número quântico spin, ainda assim, a hipótese antiquântica considera que esse fenômeno de rotação possa receber a influência da energia de ondas cerebrais, não da consciência e do desejo ou da vontade, mas sim de uma faixa de frequência, tal qual no efeito fotoelétrico; daí a observação ter o impacto de promover o colapso da função de onda.

Além das ondas cerebrais, igualmente as demais oscilações eletromagnéticas de frequências extremamente baixas, quer dizer, o espectro do tipo ELF ou FEB, que estão ente 3 Hz e 300 Hz, ou seja, além das oscilações neurais, também as ondas geradas pela atividade elétrica do coração, igualmente da musculatura lisa e esquelética, como bem lembrou Schrödinger, em seu livro “O Que é Vida?” nas notas do epílogo:

“(i) Meu corpo funciona como um puro mecanismo, de acordo com as
Leis da Natureza.

(ii) Ainda assim, sei, por experiência direta incontestável, que comando
seus movimentos, dos quais prevejo os efeitos, que podem ser decisivos e
extremamente importantes, em cujo caso sinto e assumo por eles total
responsabilidade.

A única inferência possível a partir destes dois fatos, imagino, é que eu – eu no sentido mais amplo da palavra, ou seja, toda mente consciente que sempre disse ou sentiu ‘eu’ – sou a pessoa, se é que existe alguma, que controla ‘o movimento dos átomos’, de acordo com as Leis da Natureza.”

10.1) Número quântico principal (n): É a posição do lépton.

É admitido que o número quântico principal, n, ao identificar a posição do lépton (elétron ou quark) seja o tamanho do orbital. Trata dos níveis quânticos e antiquânticos, ou ainda, dos níveis e antiníveis quânticos.

10.2) Número quântico secundário ou azimutal (l): É o momento angular do lépton.

O número quântico secundário, l, indica o momento angular orbital do lépton, por isso, define também o formato do orbital. Trata dos subníveis quânticos e antiquânticos, ou ainda, dos subníveis e antissubníveis quânticos.

10.3) Número quântico magnético (ml): É o vetor do momento angular do lépton.

Este número quântico, ml, chamado de magnético, indica a orientação espacial do orbital do lépton atômico. Mais especificamente, é o vetor do momento angular orbital do lépton, ao qual se associa um momento magnético orbital.

10.4) Número quântico spin (s): É o momento angular intrínseco do lépton.

O número quântico de spin, s, define o momento magnético associado à rotação e, de certo modo, também, a oscilação do lépton, tendo sido proposto para os elétrons pelo físico austríaco Wolfgang Pauli, em 1925. De modo mais específico, é o momento angular de giro ou rotação do lépton. É considerado uma propriedade intrínseca do elétron e do quark, mas vejamos o que sugere o estudo da espectroscopia pelo eletromagnetismo em ordem crescente dos comprimentos de onda (decrescente em frequência e energia):

10.4.1) Radiação ultravioleta e visível: Transição de estado quântico molecular ou transição eletrônica das moléculas.

10.4.2) Radiação infravermelha: Vibração quantizada (e translação em energia contínua) das moléculas.

10.4.3) Radiação de micro-ondas: Rotação molecular em energia quantizada.

10.4.4) Radiação das ondas de rádio: Rotação quantizada no núcleo atômico, que é uma rotação bariônica ou nucleônica, visto que o núcleo de hidrogênio tem apenas um próton e gira na ressonância magnética nuclear.

10.4.5) Radiação de ondas ELF (3 Hz a 30 Hz): Rotação leptônica ou spin de elétrons e quarks, ou seja, a radiação de ondas em frequências extremamente baixas (ELF) promove o giro dos léptons (quarks e elétrons), mas também qualquer radiação que esteja entre 3.000 Hz e 0,01 Hz pode estar associada ao giro dos léptons.

10.5) Número quântico magnético de spin (ms): É o magnetismo da rotação do lépton.

Este número quântico, ms, chamado de magnético do spin, indica a orientação espacial da rotação corpuscular no orbital do lépton atômico. Mais especificamente, é o vetor do momento angular de giro ou rotação do lépton, ao qual está associado um momento magnético intrínseco.

11) Critérios eletromagnéticos:

A energia antiquântica foi inferida por este médico, na forma de níveis antiquânticos, no livro Teoria Bioquântica Astroatômica, elaborado desde 1990, na Cidade do Rio de Janeiro (RJ), em Petrópolis (RJ) e no Hospital Naval de Ladário (MS), sendo registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (RJ) em 1994, tendo sido publicado pela editora Sul das Gerais, na cidade de Pouso Alegre (MG) em 1995. Todavia, em 1933, o físico austríaco Wolfgang Pauli já havia postulado uma teoria antimaterial da energia, ao demonstrar que um operador autoadjunto, ao observável tempo, implicaria em valores positivos e negativos da energia quântica.

Embora seja interessante observar que antes disso, em 1928, o físico britânico Paul Dirac tenha elaborado uma equação que levou à inferição da existência de pósitrons e, deste modo, da antimatéria, mesmo assim, é de se ressaltar que a ideia da energia antimaterial tenha sido emergida das demonstrações de Pauli.

11.1) Entropia negativa:

Em seu livro “O Que é Vida?” Erwin Schrödinger propõe o fenômeno da entropia negativa, no título 6…

“O que é então esse algo tão precioso contido em nosso alimento, e que nos livra da morte? A isso responde-se facilmente. Todo processo, evento, ocorrência – chame como se quiser – numa palavra, tudo o que acontece na Natureza significa um aumento da entropia da parte do mundo onde acontece. Assim, um organismo vivo aumenta continuamente sua entropia – ou, como se poderia dizer, produz entropia positiva – e, assim, tende a se aproximar do perigoso estado de entropia máxima, que é a morte. Só posso me manter distante disso, isto é, vivo, através de um processo contínuo de extrair entropia negativa do ambiente, o que é algo muito proveitoso, como já veremos. Um organismo se alimenta, na verdade, de entropia negativa. Ou, exprimindo o mesmo de modo menos paradoxal, o essencial no metabolismo é que o organismo tenha sucesso em se livrar de toda a entropia que ele não pode deixar de produzir por estar vivo.”

“Como poderíamos expressar em termos da teoria estatística a maravilhosa faculdade do organismo vivo, pela qual ele atrasa o decaimento no equilíbrio termodinâmico (morte)? Dissemos antes: ‘Ele se alimenta de entropia negativa’, como se atraísse um fluxo de entropia negativa para si mesmo, a fim de compensar o aumento de entropia que produz por viver e, assim, manter-se em um nível de entropia estacionário e bem baixo.”

É interessante observar que os eventos corriqueiros ocorridos no meio ambiente, que são mencionados por Schrödinger, são em geral reações físicas e químicas que envolvem energia convencional e não nuclear.

Seja o que diz o livro de física moderna de Halliday, Resnick e Walker…

“A massa M de um núcleo é menor que a massa total Σ M das partículas que o compõem. Isso significa que a energia de repouso Mc² de um núcleo é menor que a energia de repouso total Σ (Mc²) dos prótons e nêutrons que fazem parte do núcleo. A diferença entre as duas energias é chamada energia de ligação do núcleo…”

Seja o que refere o livro de física conceitual de Paul G. Hewitt…

“Em 1905, Albert Einstein descobriu que a massa é, na verdade, energia ‘congelada’. Massa e energia são dois lados de uma mesma moeda, como estabelece a célebre equação E = mc². Nessa equação, E representa a energia que qualquer massa contém quando se encontra em repouso, m representa a massa e c é o valor da velocidade da luz. A grandeza c² é a constante de proporcionalidade entre a energia e a massa… Quanto mais energia estiver armazenada em uma partícula, maior será sua massa… A diferença entre a massa de um núcleon fora do núcleo e a massa do mesmo núcleon quando ligado a um núcleo está relacionada à ‘energia de ligação’ do núcleo.”

E agora, o que fala o livro de física para cientistas e engenheiros de Tipler e Mosca…

“Quando um nêutron e um próton se combinam para formar o deutério, é liberada uma energia de 2,22 MeV. A desintegração de um deutério num nêutron e num próton requer uma entrada de energia de 2,22 MeV. O próton e o nêutron são, então, mantidos juntos no deutério por uma energia de ligação de 2,22 MeV… As energias de ligação de átomos e moléculas são da ordem de alguns elétrons-volt, o que explica por que existe uma diferença desprezível na massa entre as partículas compostas e suas componentes. As energias de ligação do núcleo são da ordem de diversos MeV, o que explica por que existe uma diferença visível na massa entre as partículas compostas e suas partes.”

Assim, surge uma questão…

Por que a energia de ligação de um núcleo é muito maior do que a energia de ligação de átomos e moléculas?

A resposta pela hipótese de Venturelli é a seguinte…

É que a redução de entropia relativa aos quarks de cada núcleon aumenta a inércia das partículas, por redução da quantidade de microestados referidos à mecânica estatística, na fórmula da entropia de Boltzmann, condição esta vinculada à liberdade assintótica desses quarks. Deste modo, é possível tratar a energia de ligação nuclear como sendo proporcional ao valor da força forte exercida pelos glúons, o que em termos práticos pode caracterizar a inércia das partículas nucleares, quer dizer, sua energia de ligação, como sendo os próprios glúons, ou ao menos, a energia que esteja associada às propriedades gluônicas as quais entremeiam quarks e bárions ou núcleons.

Voltando à proposta de Schrödinger, os organismos vivos, então, de algum modo aproveitam esse fluxo de energia em mão dupla entre os elétrons e os quarks, em que ambos sejam léptons ressonantes, a fim de reduzirem a entropia da energia, o que caracteriza a energia vital, ou seja, uma energia de baixa entropia. O modo pelo qual um organismo vivo atrai esse “fluxo de entropia negativa para si mesmo”, é uma questão em aberto, mas a consequência natural disso, é que a energia vital deva ser examinada nas ondas eletromagnéticas de frequências inferiores às ondas de rádio, mas especialmente, em um ambiente aquático.

11.2) Ressonância quarkquântica:

Os léptons subatômicos, ou seja, elétrons e quarks, apresentam a mesma frequência natural de oscilação, mas a energia dos elétrons é quântica enquanto que a energia dos quarks é antiquântica. As oscilações quânticas aumentam a entropia, mas as oscilações antiquânticas a reduzem. A energia antiquântica é uma propriedade da liberdade assintótica ordenada pela força forte. Quando quarks e elétrons entram em ressonância, a entropia diminui porque os quarks são mais numerosos em um mesmo átomo.

Em outras palavras, a resultante da ressonância quarkquântica diminui, e não aumenta, a amplitude das oscilações ressonantes.

Ou seja, a energia quântica apresenta entropia positiva e a energia antiquântica apresenta entropia negativa.

11.3) Classificação das oscilações neurais:

As ondas cerebrais expressam frequências eletromagnéticas em um espectro apropriado ao exame da energia vital, o que é útil às aplicações da dinamização na homeopatia eletromagnética ou quântica. Ondas cerebrais, ritmos neurais, oscilações neurais ou ritmos neurais são atividades eletromagnéticas associadas ao movimento de íons entre os neurônios e o meio extracelular, que podem ser detectadas pelo eletroencefalograma (EEG) ou pelo magnetoencefalograma (MEG).

A eletroencefalografia (EEG) e, por extensão, posteriormente, a magnetoencefalografia (MEG) surgiram com os trabalhos de Hans Berger, que entre 1920 e 1924 realizou os registros iniciais do eletroencefalograma (EEG). Sendo que entre 1926 e 1929, Berger obteve os registros de ondas alfa occipitais e descreveu sua reatividade à abertura ocular.

As principais oscilações neurais são relatadas a seguir…

Ondas alfa: 7Hz a 13Hz (média de 10Hz) típicas de meditação, calma, contemplação, percepção sensorial e intuição.

Ondas beta: 13Hz a 27Hz (média de 20Hz) próprias de vigília, alerta, foco, atenção e mente concentrada no trabalho ou nos estudos.

Ondas gama: 27Hz a 33Hz (média de 30Hz) inerentes em maior atividade cerebral, aprendizagem avançada ou neurose e psicose.

Ondas delta: 0,5Hz a 3,5Hz (máximo em cerca de 3Hz) presentes no automatismo orgânico, sono profundo sem sonho, sono não-REM ou coma.

Ondas teta: 4Hz a 7Hz (máximo em cerca de 7Hz) vigentes na sonolência, sono superficial, sono REM, imaginações, transcendência ou hipnose.

OBSERVAÇÃO 3: As ondas gama podem ir até 100Hz ou mesmo 300 Hz.

12) Oscilações infrarradiais:

Uma oscilação infrarradial é aquela onda eletromagnética cuja frequência seja menor do que as frequências das ondas de rádio, quer dizer, menor do que três mil hertz. As oscilações infrarradiais podem ser orgânicas (de origem no fluxo de íons através da membrana plasmática), telúricas (de origem na ressonância Schumann) e artificial (de origem em aparelhos elétricos).

A ressonância da energia vital com o fenômeno eletromagnético de frequência infrarradial viabiliza a homeopatia convencional ou clássica, bem como a dinamização eletromagnética da homeopatia quântica. Os seres vivos se encontram imersos nas ondas infrarradiais.

13) Conclusões:

Elétrons são léptons quânticos e quarks são léptons antiquânticos, mas que em ambos os casos essas partículas subatômicas apresentam as mesmas frequências naturais de oscilação, as quais abrangem os valores múltiplos e submúltiplos de 1 Hz até o limite inferior de frequência eletromagnética das ondas de rádio.

A energia de ligação nuclear é fornecida pelos glúons, os quais entremeiam quarks e bárions e reduzem a entropia daquelas subpartículas nucleônicas pelo fenômeno da liberdade assintótica.

A ressonância entre quarks e elétrons promove um aumento da entropia na fase quântica e uma diminuição da entropia na fase antiquântica, esta que prevalece notadamente em meio aquoso, o que é aproveitado pelos organismos vivos na forma de energia vital, que é uma energia de baixa entropia.

Os sinais eletromagnéticos de neurônios e de músculos, tanto lisos quanto esqueléticos, que são obtidos da transferência cinética de íons através da membrana plasmática com o meio tissular, são de mesma frequência da ressonância quarkeletrônica, o que pode resultar em reforço ressonante dos pulsos telúricos da ressonância Schumann, com efeitos de aumento da amplitude da energia vital, sem aumento de entropia, sendo possível também, o reforço ressonante com a irradiação em frequências oscilatórias correspondentes, conforme a técnica de Venturelli e Montagnier da dinamização quântica na homeopatia eletromagnética.

A região do espectro eletromagnético referente à ressonância vital, descrita acima, se encontra especialmente na faixa das ondas de frequências extremamente baixas, de sigla ELF ou FEB, as quais se situam entre 3 Hz e 30 Hz, porém, também mais amplamente entre 0,5 Hz e 300 ou 500 Hz ou até de 0,01 Hz a 1.000 Hz, o que corresponde à energia vital entre 0,01 aq e 1.000 aq.

A rotação molecular da água é ressonante às micro-ondas, a rotação nuclear é ressonante às ondas de rádio, enquanto que a rotação de quarks e elétrons é ressonante às ondas eletromagnéticas em frequências extremamente baixas (ELF ou FEB). E assim como na rotação das micro-ondas as oscilações moleculares alcançam o infravermelho, de modo semelhante, na presença da água, as rotações ressonantes, em relação às ondas de baixíssimas frequências, também alcançam a faixa da radiação infravermelha do metabolismo humano pela energia vital.

A rotação (giro ou spin) de quarks e elétrons é ressonante às ondas eletromagnéticas de frequências extremamente baixas (ELF) porque o momento de inércia dessas partículas subatômicas é muito menor do que o momento inercial de prótons e nêutrons, sendo menor ainda na comparação com as moléculas aquáticas ou orgânicas.

A rotação dos quarks é relativamente independente da rotação dos bárions nucleares que os contém, vez que a massa dos núcleons é na maior parte atributo dos glúons, segundo esta hipótese. Quarks e elétrons podem estar sujeitos à ressonância de rotação entre si, pela precessão do giro ou spin dessas subpartículas atômicas, quando submetidas às condições biológicas específicas da bioquímica, da biofísica e da homeopatia.

O sistema espectral biológico, de ressonância, consiste primariamente de frequências que promovem um movimento rotatório nos léptons (quarks e elétrons), mas secundariamente abrangendo translação ou mesmo vibração, tal qual na comparação ao aquecimento da água pelo forno de micro-ondas, em que as ondas são primariamente de micro-ondas na rotação e secundariamente de infravermelho na translação. Ou seja, vez que as ligações químicas são principalmente eventos eletrônicos, isso significa que as moléculas orgânicas podem apresentar, além da rotação ressonante às micro-ondas, outros fenômenos oscilatórios ressonantes a outras frequências, cuja resultante energética leve suas oscilações elétricas até a faixa do infravermelho metabólico.

A amplitude da energia vital referida ao fenômeno das diversas ressonâncias entre as partículas subatômicas, atômicas e moleculares, de origem no eletromagnetismo orgânico e telúrico, passa por aumento da energia e redução da entropia, de modo que seja primordialmente de frequências inferiores àquelas das ondas de rádio, mas que alcance a radiação infravermelha relativa ao metabolismo. Todavia, a faixa do infravermelho observada na bioenergética é, sobretudo, uma manifestação da composição química e física da estrutura corporal e não da constituição ondulatória do organismo humano.

Do mesmo modo que um elétron se manifestam como partícula e como onda, caracterizando a função de onda quântica, um organismo também tem um componente corporal e outro componente ondulatório, este promovido pela cinese eletrolítica, o que mostra que uma solução homeopática com soluto tanto orgânico quanto inorgânico de natureza iônica, apresenta propriedades quânticas, em especial, porque soluções são misturas homogêneas em que o soluto tem dimensões concernentes ao mundo microscópico e submicroscópico.

As propriedades quânticas das soluções homeopáticas permite que as mesmas sejam expressas pelos princípios gerais da mecânica quântica e pelo seu formalismo matemático, particularmente, na manifestação da função de onda.

14) Resumo:

A técnica homeopática de Venturelli e Montagnier vem a ser a dinamização eletromagnética da homeopatia quântica, em que a utilização de ondas eletromagnéticas em frequências extremamente baixas, da sigla ELF em Inglês, de “extremely low frequencies”, e sigla FEB em Português, as quais se encontram entre 3Hz e 30Hz, promove um reforço da ressonância entre a energia vital e essas oscilações, fenômeno o qual pode ser estendido às ondas com frequências eletromagnéticas entre 0,01Hz e 1.000Hz, estas que recebem a denominação, nesta hipótese, de oscilações infrarradiais, por estarem abaixo das ondas de rádio no espectro eletromagnético.

O termo “homeopatia quântica” se refere à abordagem teórica das soluções homeopáticas inseridas na matemática da equação de Scrödinger, sobre a função de onda, em que uma mistura homogênea é tida como um sistema quântico semelhante à nuvem eletrônica de um sistema atômico, isso porque as partículas dispersas em uma solução estão abaixo de um nanômetro de diâmetro, o que propicia funções de onda na solução de entrelaçamento do soluto ao solvente, sendo que o colapso dessas funções de onda é promovido pela energia vital de origem celular, do tecido muscular e nervoso autonômico, portanto, de natureza involuntária e inconsciente, o que leva ao observável clínico do princípio ativo no paciente tratado.

15) Summary:

Venturelli and Montagnier’s homeopathic technique is the electromagnetic dynamization of quantum homeopathy, in which the use of electromagnetic waves at extremely low frequencies, the acronym ELF in English, for “extremely low frequencies”, and the acronym FEB in Portuguese, which are found between 3Hz and 30Hz, promotes a reinforcement of the resonance between the vital energy and these oscillations, a phenomenon which can be extended to waves with electromagnetic frequencies between 0.01Hz and 1,000Hz, which are called, in this hypothesis, oscillations infraradial, as they are below radio waves in the electromagnetic spectrum.

The term “quantum homeopathy” refers to the theoretical approach to homeopathic solutions inserted in the mathematics of the Scrödinger equation, on the wave function, in which a homogeneous mixture is considered a quantum system similar to the electronic cloud of an atomic system, this is because The particles dispersed in a solution are below one nanometer in diameter, which provides wave functions in the solution that entangle the solute with the solvent, and the collapse of these wave functions is promoted by vital energy of cellular origin, muscle tissue and autonomic nervous system, therefore, of an involuntary and unconscious nature, which leads to the clinical observability of the active ingredient in the treated patient.

Dr. Paulo Venturelli